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Apóstolo de Maria e da Cruz

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Em 28 de abril de 1716, cansado mas lúcido, Montfort pediu o sacramento da penitência, o viático e a unção dos enfermos. Mandou que prendessem pequenas correntes de ferro em seus pés, braços e pescoço para morrer como viveu: escravo de Jesus vivo em Maria.

O fim se aproximava.

Ele tomou em sua mão direita o crucifixo que levara a Roma, ao qual o nosso Santo Padre, o papa, concedera indulgência plenária na morte, e pôs na mão esquerda a imagem da Santa Virgem, que sempre teve o costume de carregar consigo. E beijava carinhosamente essas imagens, uma após a outra, invocando Jesus e Maria (Besnard, pp. 161-162).

Instintivamente, esse profeta de grande senso poético manifestou os eixos de sua vida por dois sinais visíveis, ligados à encarnação:

– a Virgem, em relação aos mistérios gozosos;

– a Cruz, em relação aos mistérios dolorosos.

Dois momentos do amor salvador de Cristo.

O terceiro eixo profético, o Espírito Santo invisível, exprimia-se pelo olhar do moribundo e por sua receptividade aos outros, manifestada mesmo na hora da sua morte.

(RENÉ, Laurentin. Luís Maria Grignion de Montfort, Paulinas, 2002)

 

Para aprofundamento, assista também: A vida de São Luís

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